Da frieza do meu pensamento verdades em panos quentes
Frente aos labirintos que vi,
anestesiado aos olhos que fitei,
perplexo às palavras não ditas.
Aqui começa a necessidade da escrita.
Portanto reflita,
reflexos frágeis e frígidos.
anestesiado aos olhos que fitei,
perplexo às palavras não ditas.
Aqui começa a necessidade da escrita.
Portanto reflita,
reflexos frágeis e frígidos.
Agora resta o teatro,
um retrato da frieza,
nua quando pensante,
quente quando falante.
Vulgaridade em frieza,
é assim que vejo a beleza.
é assim que vejo a beleza.
Apaixonado pela idéia,
castigo de pensar demais.
castigo de pensar demais.
Somos o que pensamos,
alguém sabe quem somos?
alguém sabe quem somos?
Fernando Dornelles
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